-= Registro Digital! =-

 “Carreiras na Era Digital”, a palestra mostrou a tendência das carreiras neste início de século XXI.
O conteúdo digital está muito presente em nossas vidas, em todos ambientes e, com isso, cresce cada vez mais a necessidade de conhecer as novidades e aproveitar as oportunidades que o mundo digital oferece.
A palestrante iniciou a palestra falando sobre novos conceitos de tecnologia e como as pessoas podem se encaixar neste novo mercado de trabalho que influencia a vida de todas as pessoas. A preocupação com informações pessoais importantes como números de documentos e contas bancárias oferecem um grande campo de atuação para profissionais especializados em segurança digital, por exemplo.

“A interação é outra tendência da era digital”, aponta a palestrante, ao comentar sobre novas tecnologias. Para a palestrante, a tendência é que os aparelhos eletrônicos realizem cada vez mais funções  Quem sabe programar e desenvolver softwares para estas plataformas tem um futuro muito promissor também
Finalizando a palestra, a palestrante explicou que para sair na frente no mercado digital é muito vantajoso ser um profissional certificado. “Quem é certificado vale mais! O mercado exige profissionais qualificados e a certificação é a maneira mais fácil de comprovar conhecimento e ser reconhecido até internacionalmente”

A aventura de ação da Columbia Pictures QUEBRANDO A BANCA (21) é inspirada na história verídica de alguns dos jovens mais brilhantes dos EUA – e de como eles ganharam milhões em Vegas.Ben Campbell (Jim Sturgess) é um aluno tímido e superdotado do MIT que – precisando pagar seus estudos na faculdade – encontra a solução nas cartas. Ele é recrutado para unir-se ao grupo de alunos mais geniais da faculdade que rumam para Vegas todos os finais de semana munidos de identidades falsas e do know-how para virar as chances de ganhar no jogo a seu favor. Liderados pelo professor de matemática heterodoxo e gênio da estatística Micky Rosa (Kevin Spacey), eles conseguem criar um código infalível. Contando cartas e empregando um complexo sistema de sinais, o grupo consegue quebrar a banca de vários cassinos. Seduzido pelo dinheiro, pelo estilo de vida de Vegas e por Jill Taylor (Kate Bosworth), uma colega de grupo inteligente e sexy, Ben começa a extrapolar os seus próprios limites. Embora contar cartas não seja ilegal, os riscos são altos e o desafio se torna não apenas manter a contagem numérica correta, mas também se manter um passo à frente do supervisor de segurança dos cassinos: Cole Williams (Laurence Fishburne).Columbia Pictures apresenta em associação com Relativity Media, uma produção Trigger Street/Michael De Luca, um filme de Robert Luketic, QUEBRANDO A BANCA (21). O filme é estrelado por Jim Sturgess e Kate Bosworth, com Laurence Fishburne e Kevin Spacey. É dirigido por Robert Luketic e produzido por Dana Brunetti, Kevin Spacey e Michael De Luca. O roteiro é de Peter Steinfeld e Allan Loeb, baseado no livro, Quebranco a banca (Bringing Down the House), de Ben Mezrich. Os produtores executivos são William S. Beasley, Brett Ratner e Ryan Kavanaugh. O diretor de fotografia é Russell Carpenter, ASC. A desenhista de produção é Missy Stewart. O montador é Elliot Graham. A figurinista é Luca Mosca e a trilha é de David Sardy.

 

 Vinte anos depois, John Rambo (Sylvester Stallone) está isolado ao norte da Tailândia, levando uma vida simples e solitária nas montanhas, pescando e capturando cobras venenosas para venda. Um grupo de missionários precisa passar pelas minas terrestres escondidas pelo caminho que leva ao campo de refugiados, onde pretendem entregar suprimentos médicos e comida para a tribo Karene. Só uma pessoa é capaz de guiá-los. Depois de muita insistência, Rambo aceita levá-los, porém, um tempo depois, o grupo é seqüestrado pelo exército birmanês e o herói terá de resgatá-los.

 

O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo apresenta a mostra Street Art – do Graffiti à Pintura, composta por uma seleção de 60 trabalhos sobre tela ou madeira de 10 artistas grafiteiros italianos e 10 brasileiros. As obras são inéditas, e as brasileiras foram feitas especialmente para a exposição.
A seleção das obras italianas ficou a cargo de Vittorio Sgarbi, atual Secretário da Cultura de Milão, enquanto que os trabalhos dos artistas nacionais foram escolhidos pelo curador Fabio Magalhães.
Entre os brasileiros que integram a mostra estão Boleta, César Profeta, Bugre, Highraff, Prozak, Ndrua, Smael, Tim Tchais, Yá! e Zezão. Os italianos são Cano, Kayone, Led, Leo, Filippo Minelli, Pho, Francesco Pogliaghi, Rae Martini, Verbo e Wany.

Exibida pela primeira vez na China, os artistas da exposição Inside do Groupe Molior (Canadá) vieram se apresentada na Universidade Anhembi Morumbi vieram apresentar suas obras de midiáticas, cujas interfaces possibilitam ao visitante controlar personagens virtuais,vestir um casaco que camufla mini-câmeras de vídeo, perceber as formas e a cor do sinal de transmissão televisivo, entre outras.
Através de participações interativas com as obras, o visitante de Inside ultrapassa a condição passiva de mero espectador, tornando-se um “interator”. Na instalação Habitgram, concebida pelo artista conhecido como beewoo, é possível se transformar em uma “torre” móvel de captação e transmissão de imagens. Basta para tanto vestir um casaco onde mini-câmeras de vídeo captam o espaço imediato e projetam imagens (que, graças à ação do interator, promovem a “desconstrução” desse próprio espaço). Já em Digitale, instalação criada por Alexandre Castonguay, uma antiga máquina fotográfica é adaptada para capturar, constantemente, imagens em vídeo, que são exibidas em uma tela tátil (touch screen) e que adquirem forma fluida a partir do toque. Ao pressionar o disparador da câmera, o visitante produz uma fotografia em preto-e-branco que, projetada na parede, esvai-se gradualmente. Em ambas as obras, a proposta é que o próprio público redefina o lugar onde se encontra.
Seres virtuais também fazem parte do universo de Inside. Seja como instrumento para que o visitante entre em contato com suas atividades corporais internas, ou para provocar a desconfortável sensação de ser observado. Em Perversely Interactive System, Lynn Hughes e Simon Laroche transformam o nível de estresse do interator em combustível para dar movimento à personagem que habita o interior de uma projeção em tamanho real. Para tanto, basta manusear uma interface, munida de um dispositivo que mede a resistência elétrica da pele (biofeedback). Quanto mais descontraído estiver o interator, maior a comunicação com a personagem. No caso da instalação Tact, elaborada pelo artista Jean Dubois, com o simples toque dos dedos é possível transformar a fisionomia de uma pessoa, “presa” no interior de uma tela tátil (touch screen), emoldurada por um espelho. Ao mesmo tempo em que experimenta a sensação de controlar o outro, o manipulador se confronta com seus atos, através do próprio reflexo.Finalmente, Inside torna visível o invisível. Na instalação redTV, de Bradd Todd, o sinal de transmissão de televisão aparece na tela. Captado em tempo real e tratado por um programa de informática, apresenta-se na forma de figuras vermelhas que se movem e que, ao desaparecerem, deixam um rastro. Para completar, a obra multimídia DATA é composta por um conjunto de imagens obtidas por meio de microscópios eletrônicos de varreduras e forças atômicas, que foram ampliadas em grandes dimensões.

Mais um filme feito que mostra e prova a enorme versatilidade de Jim Carrey como ator, um papel de vilão em um filme infantil.Ele representa o odioso Conde Olaf, parente distante das crianças Boudelaire, que torna-se tutor delas, depois da misteriosa destruição da Mansão Boudelaire e da morte de seus pais em um incêndio, por isso são forçados a morar com o excêntrico e egocêntrico Conde, em sua tenebrosa e suja mansão.
Mas logo fica claro a todos que na realidade o maior desejo do Conde Olaf é o de se apossar da grande fortuna dos órfãos, e a única forma de evitar isso, já que ninguém acredita nas crianças, é utilizar as suas próprias habilidades. Violet é a mais velha e tem uma grande capacidade de inventar coisas, Klaus é um grande leitor de livros e usa o que aprendeu neles sempre que uma ocasião necessita e a bebê Sunny, bem a bebê adora morder as coisas.

O filme tem a direção de Brad Silberling, e é baseado na série de sucesso escrita por Daniel Handler. O roteiro engloba os três primeiros livros da série. Acho que o filme erra em apenas uma única coisa, não é tão assustador quanto ele próprio diz; através do seu narrador. Segundo as falas do narrador no começo do filme parece que será um filme horrível, com muitas mortes e desastres; e que fazem você até parar de assistir. Porém o que acontece é mais leve, muito mais leve do que a narrativa conta.

A história dos órfãos Baudelaire é uma boa longa metragem, no aspecto técnico. O visual grandioso e gótico dos cenários lembra muito o estilo de Tim Burton, por dar um ar sombrio à produção. O figurino e a maquiagem também merecem destaque, ajudando a recriar o clima surreal e fantástico presente nos livros. Tudo isso, somado à direção de Brad Silberling, faz com que a transposição do papel para a película se torne boa. 

 


O filme conta com várias participações especiais de famosos. Meryl Streep é Tia Josephine, viúva neurótica que tenta salvar os garotos da constante ameaça de Conde Olaf. Jude Law é quem conta a história, fazendo o papel do escritor Lemony Snicket. No fim do filme, Dustin Hoffman faz uma das menores participações de sua carreira, como um crítico de teatro que tem apenas duas falas.

 

Para as interpretações infantis acho que estão boas, principalmente o bebê Sunny, vivida pelas gêmeas Kara e Shelby Hoffman. Mesmo não falando, a personagem consegue arrancar algumas risadas do público. O comediante Jim Carrey, escolhido para o papel de vilão, estaria irreconhecível caso não ficasse o tempo todo fazendo caretas e se contorcendo do jeito que apenas ele sabe fazer.  Isso é extremamente irritante e contribui para repudiar ainda mais a personagem, que espalha maldades durante o filme. Segundo algumas informações recolhidas à maquiagem usada por Jim Carrey neste filme, levavam-se mais ou menos 3 horas para ser preparada. Em resumo, Desventuras em Série para mim é um filme bem feito, com ótimas fotografias, trilha sonora, atuações, maquiagem e figurino.

 

Neste vídeo podemos ver as interpretações do comediante Jim Carrey em seu papel de vilão; e também suas famosas caretas junto com a bebê Sunny

Ainda não li o livro que deu origem ao filme, mas já havia ouvido falar que era bem pesada a atmosfera do enredo. E realmente tem um clima pesado, e até mesmo o final não deixa tantas esperanças de melhoria. A história se passa no Afeganistão, próximo da época da invasão russa, invasão essa que tem grande importância no enredo do filme. Não sei o que tem de auto-biográfico no livro, visto que o auto é afegão, mas isso serviu, sem dúvida alguma, para a riqueza de detalhes do filme.

Acho que a trilha sonora é um ponto alto do filme, deixando de lado o ritmo puramente popular, mas sem perder as raízes da cultura da região. Gostei bastante das atuações dos garotos, principalmente do menino pobre, que interpreta Hassan, um personagem que é verdadeiramente inesquecível. Ambos fazem parte de uma história de amizade quase do nível de intensidade extrema e bem complexa. O script reflete o cuidado com que o autor, diretor e produtor colaboraram para contar uma história real. Todos os elementos juntos são uma excelente combinação de fotografia e música, com expressões maravilhosas e um excelente roteiro que faz de “O Caçador de Pipas” um grande filme. Isso porque Forster e Benioff optaram por realizar uma adaptação não somente para agradar o autor e aos fãs, mas com o verdadeiro desejo de contar uma história.

Não pude deixar de notar o recurso usado nas câmeras acima das pipas, até agora não imagino como aquilo foi feito, é extremamente bem elaborado. As pipas são um belíssimo simbolismo para o estado de espírito do personagem, que passa boa parte do filme procurando se libertar do peso que sempre carregou para poder voar e ser livre mais uma vez. A fotografia também é um outro ponto importante, pois sem elas acho que não seria possível arranjar cenas e expressões maravilhosas , tecnicamente o filme é muito bom, exceto por uma edição com cortes bruscos que não tem como deixar de notar, um corte de uns 10 anos no mínimo, sem explicação ou suavização alguma. Apesar dos problemas eu gostei bastante. Pode-se aprender um pouco sobre amizade, idealismo, e a importância de quem somos e de onde viemos. Comunicação e tolerância com as diferenças parecem ser ainda os ingredientes básicos para um mundo melhor.

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