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Mais um filme feito que mostra e prova a enorme versatilidade de Jim Carrey como ator, um papel de vilão em um filme infantil.Ele representa o odioso Conde Olaf, parente distante das crianças Boudelaire, que torna-se tutor delas, depois da misteriosa destruição da Mansão Boudelaire e da morte de seus pais em um incêndio, por isso são forçados a morar com o excêntrico e egocêntrico Conde, em sua tenebrosa e suja mansão.
Mas logo fica claro a todos que na realidade o maior desejo do Conde Olaf é o de se apossar da grande fortuna dos órfãos, e a única forma de evitar isso, já que ninguém acredita nas crianças, é utilizar as suas próprias habilidades. Violet é a mais velha e tem uma grande capacidade de inventar coisas, Klaus é um grande leitor de livros e usa o que aprendeu neles sempre que uma ocasião necessita e a bebê Sunny, bem a bebê adora morder as coisas.

O filme tem a direção de Brad Silberling, e é baseado na série de sucesso escrita por Daniel Handler. O roteiro engloba os três primeiros livros da série. Acho que o filme erra em apenas uma única coisa, não é tão assustador quanto ele próprio diz; através do seu narrador. Segundo as falas do narrador no começo do filme parece que será um filme horrível, com muitas mortes e desastres; e que fazem você até parar de assistir. Porém o que acontece é mais leve, muito mais leve do que a narrativa conta.

A história dos órfãos Baudelaire é uma boa longa metragem, no aspecto técnico. O visual grandioso e gótico dos cenários lembra muito o estilo de Tim Burton, por dar um ar sombrio à produção. O figurino e a maquiagem também merecem destaque, ajudando a recriar o clima surreal e fantástico presente nos livros. Tudo isso, somado à direção de Brad Silberling, faz com que a transposição do papel para a película se torne boa. 

 


O filme conta com várias participações especiais de famosos. Meryl Streep é Tia Josephine, viúva neurótica que tenta salvar os garotos da constante ameaça de Conde Olaf. Jude Law é quem conta a história, fazendo o papel do escritor Lemony Snicket. No fim do filme, Dustin Hoffman faz uma das menores participações de sua carreira, como um crítico de teatro que tem apenas duas falas.

 

Para as interpretações infantis acho que estão boas, principalmente o bebê Sunny, vivida pelas gêmeas Kara e Shelby Hoffman. Mesmo não falando, a personagem consegue arrancar algumas risadas do público. O comediante Jim Carrey, escolhido para o papel de vilão, estaria irreconhecível caso não ficasse o tempo todo fazendo caretas e se contorcendo do jeito que apenas ele sabe fazer.  Isso é extremamente irritante e contribui para repudiar ainda mais a personagem, que espalha maldades durante o filme. Segundo algumas informações recolhidas à maquiagem usada por Jim Carrey neste filme, levavam-se mais ou menos 3 horas para ser preparada. Em resumo, Desventuras em Série para mim é um filme bem feito, com ótimas fotografias, trilha sonora, atuações, maquiagem e figurino.

 

Neste vídeo podemos ver as interpretações do comediante Jim Carrey em seu papel de vilão; e também suas famosas caretas junto com a bebê Sunny

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Ainda não li o livro que deu origem ao filme, mas já havia ouvido falar que era bem pesada a atmosfera do enredo. E realmente tem um clima pesado, e até mesmo o final não deixa tantas esperanças de melhoria. A história se passa no Afeganistão, próximo da época da invasão russa, invasão essa que tem grande importância no enredo do filme. Não sei o que tem de auto-biográfico no livro, visto que o auto é afegão, mas isso serviu, sem dúvida alguma, para a riqueza de detalhes do filme.

Acho que a trilha sonora é um ponto alto do filme, deixando de lado o ritmo puramente popular, mas sem perder as raízes da cultura da região. Gostei bastante das atuações dos garotos, principalmente do menino pobre, que interpreta Hassan, um personagem que é verdadeiramente inesquecível. Ambos fazem parte de uma história de amizade quase do nível de intensidade extrema e bem complexa. O script reflete o cuidado com que o autor, diretor e produtor colaboraram para contar uma história real. Todos os elementos juntos são uma excelente combinação de fotografia e música, com expressões maravilhosas e um excelente roteiro que faz de “O Caçador de Pipas” um grande filme. Isso porque Forster e Benioff optaram por realizar uma adaptação não somente para agradar o autor e aos fãs, mas com o verdadeiro desejo de contar uma história.

Não pude deixar de notar o recurso usado nas câmeras acima das pipas, até agora não imagino como aquilo foi feito, é extremamente bem elaborado. As pipas são um belíssimo simbolismo para o estado de espírito do personagem, que passa boa parte do filme procurando se libertar do peso que sempre carregou para poder voar e ser livre mais uma vez. A fotografia também é um outro ponto importante, pois sem elas acho que não seria possível arranjar cenas e expressões maravilhosas , tecnicamente o filme é muito bom, exceto por uma edição com cortes bruscos que não tem como deixar de notar, um corte de uns 10 anos no mínimo, sem explicação ou suavização alguma. Apesar dos problemas eu gostei bastante. Pode-se aprender um pouco sobre amizade, idealismo, e a importância de quem somos e de onde viemos. Comunicação e tolerância com as diferenças parecem ser ainda os ingredientes básicos para um mundo melhor.

Horton e o Mundo dos Quem! É o novo longa-metragem produzido pela Blue Sky Studios. Que também produziu os filmes da Era do Gelo. O estúdio investe em mais uma animação, inspirada na obra de Dr. Seuss, é uma belíssima animações em 3D dos mascotes de personagens animados, como os animais falantes.
O Horton do título é um simpático elefante que vive numa floresta ao lado de criaturas totalmente estranhas. Sua simpatia atrai a atenção de filhotes, que o seguem entre as árvores e lagos de seu habitat. Numa bela tarde, Horton ouve algo vindo de um grão sobre uma flor.

Algo que parece ser um grito de socorro. O curioso é que no grão existe um pequeno mundo, o mundo da Quemlândia, habitado pelos quems. As criaturinhas nem imaginam que existe algo maior do que elas e já comemoram cem anos de boas e interruptas notícias. Mas terremotos, nevascas em pleno verão e nuvens em forma de redemoinhos parecem alertar aos quems que algo está errado, mas somente o prefeito da cidade parece perceber isso. Quando a voz de Horton chega até ele, a ameaça e, talvez, o fim de Quemlândia faz com que essa dupla improvável se junte contra as adversidades para conseguir salvar os Quems.
 

 

 

 


Horton e o Mundo dos Quem! Traz uma história absurda, vivida por personagens mais absurdos ainda. O que é excelente para trabalhar a imaginação do público. Em termos de animação, Horton e o Mundo dos Quem! é um verdadeiro espetáculo, com muita técnica e criatividade na hora de recriar visualmente o mundo criado pelo Dr. Seuss. As texturas dos personagens são impressionantes; os olhos do urubu Vlad são assustadores, beirando os olhos humanos.


A parte técnica do filme é outra que me surpreendeu positivamente. É um filme que vale a pena assistir, pelas técnicas em animação e pelos simpáticos personagens. O visual do filme é rico, colorido, agradabilíssimo de acompanhar, e os personagens (sobretudo Horton, é claro) têm expressões lindíssimas. Horton e o Mundo dos Quem! É um grande filme. E há ainda a trilha sonora que às vezes consegue dar tons heróicos a acontecimentos comuns, como uma perseguição ao pobre Horton, que é literalmente o ser supremo que tem a missão de salvar a vida de todos os habitantes do mundo dos Quem.

Neste filme pude perceber o narrador off que começa a conta o início da história , como todo filme de cinema espetáculo, pois este enredo foi elaborado para um público de grande massa, com bastante caráter atrativo onde conta a história e no final mostra de relance a moral, por isso ele não parece ter um fim, como uma conclusão. Os efeitos especiais e visuais são mais importantes do que a narrativa e o enredo.

Trailer :

É uma exposição com peças originais do filme Star Wars. É a maior saga do cinema, a série de seis filmes traça um vasto painel dos temas que povoam a imaginação e o cotidiano do homem. Aqui estão a luta entre o bem e o mal, os avanços tecnológicos, a beleza e o conflito das relações humanas, as guerras pelo poder, a exploração de mundos desconhecidos, e a busca da felicidade. A própria realização da serie é um grande momento da historia da arte e do entretenimento. Os efeitos visuais criados especialmente para a saga revolucionaram a indústria cinematográfica. Seus personagens passaram a fazer parte do imaginário popular e vivem nos corações de milhões de espectadores. O universo de Star Wars incorpora elementos da cultura humana de todos os tempos e lança m olhar para o futuro. A exposição conta com um acervo de 200 peças, dentre elas naves espaciais e veículos em tamanho natural, maquetes, miniaturas, figurinos e vestimentas, bonecos e robôs etc.

 A exposição conta com protótipos originais que foram utilizados durante as gravações, assim como rascunho da criação da maioria dos personagens, vários textos informativos e um clima que agrada todos.Star Wars

No meio dàs mais de 200 peças da exposição Star Wars a que mais me chamou atenção foi o caça Jedi Starfighter utilizado por Annakin Skywalker no último filme da série, “A Vingança dos Sith”, foi construído em tamanho real sobre um mecanismo que reproduzia todos os movimentos da nave em ação. A nave, em tamanho real, é a primeira peça a ser vista na exposição, no Parque do Ibirapuera. Ela foi trazida diretamente do depósito da Lucasfilm na Califórnia, e montada sob a supervisão do técnico em efeitos especiais Lucas Hall.

 Naves em tamanho real temos também:

Podracer de Anakin Skywalker – Pilotado pelo jovem Anakin Skywalker na famosa cena da corrida de “A Ameaça Fantasma”.

Anakin Skywalker

Airspeeder de Anakin – Também pilotado por Anakin Skywalker, só que no filme “O Ataque dos Clones”, numa das primeiras cenas.

Imperial Speeder Bike – a moto voadora usada pelos soldados do Império em “O Retorno de Jedi”.

 Maquetes

Temos também as naves em maquetes como a Millennium Falcon , Imperial Star Destroyer , Planeta Utapau , a Imperial Walker e a Rebel X-Wing, são perfeitas as maquetes destas naves, pois podemos ver todos os detalhes dela, iguais aos dos filmes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Outros destaques

Sala Imperial – Dedicada ao vilão Darth Vader, a sala traz seu figurino e a mesa de operação da seqüência final de “A Vingança dos Sith”. Além de poder ouvir o inconfundível som de sua respiração ao entrar na sala.

 

 

Roupas da Amidala Padmen e de sua filha Leia – São lindas as roupas, bem diferentes e com bastante tecido.

 

Mestre Yoda – O pequeno e verde mestre Jedi aparece em projeções virtuais e desenhos originais.

 

 

 

 

 

 

Gostei de ver o Chewbacca em tamanho original (ele tem mais de 2 metros de altura), além dos inseparáveis droides C3PO e R2D2, segundo informações do local são os originais utilizados durante a gravação. As fotos não ficaram boas porque além do ambiente ser escuro, havia uma proteção de vidro, dificultando assim o uso de flash.

 

   

Lyra Belacqua (Dakota Blue Richards) é uma órfã que foi criada na Universidade Oxford. No mundo em que vive todas as pessoas têm um “dimon”, ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal. Lyra leva uma vida tranqüila até ela e seu daemon, Pantalaimon, descobrirem a existência de uma substância misteriosa chamada “pó”. Isto provoca um estranho efeito nas crianças, o que faz com que as autoridades religiosas se convença de que representa o mal. Seguindo o misterioso Lorde Asriel (Daniel Craig), seu protetor, Lyra parte em busca de uma resposta. Em Londres ela descobre que diversas crianças estão desaparecendo, entre elas, Roger (Ben Walker), seu melhor amigo. Com a ajuda de um instrumento ancestral, que se parece com uma bússola de ouro, ela parte numa jornada para salvar seus amigo Roger e libertar as crianças além de descobrir o que é o “pó”.

 

Trailer

 O ponto que mais me chamou a atenção foi os “dimons” das pessoas. No mundo de Lyra os “dimon” são as almas das pessoas em forma de animais.

Os “dimons” dos adultos não mudam de forma somente os das crianças, isto porque na adolescência elas se acalmam. De acordo com Chris Weitz (Diretor) O dimon de uma criança muda de forma de acordo com a fantasia, e que ele representa o humor da criança e os seus pensamentos que mudam muito rápido e também o potencial infinito de uma criança considerando que os adultos são muito mais cristalizados.

Para elaborar os efeitos visuais e como descrever os dimons a equipe do filme teve que fazer várias pesquisas durante um ano sobre dimons e sobre quais eles usariam, quantos fariam e de quantas variedades de animais teriam, pois o custo para modelá-los e dar textura a eles, esboça-los e anima-los, ajusta-los a todas as coisas para ter uma criatura digital no filme, é muito alto. Acho que se pensarmos bem, se você tiver 20 desses dimons gastará mais ou menos um milhão de dólares logo de começo.

A principio é necessário saber qual a aparência desses animais e então recorrer a fotografias e amostras e se tem marcas que podem ser usadas.

Mas há algo, pois esses dimons são colocados com caras um pouco diferentes da realidade. Para tanto foi necessário construir uma maquete que é uma escultura feita em argila, em três dimensões todos podem olhar e ver o personagem. Depois ela é digitalizada no computador para que possa ser usada como modelo, e assim podendo vesti-lo, anima-lo e movê-lo.

 

 

 

 

 

 

 

 

A equipe dos efeitos especiais tirou o máximo possível das referências dos animais e o levaram para a computação gráfica. O pessoal da computação gráfica inicia as referencias e chega o mais perto do efeito da iluminação do cenário, no pêlo do dimons. E isso é usado como uma referencia para os animadores, para que a representação de como a luz, naquele ambiente em particular reflete no pêlo das criaturas imaginárias para que seja o mais realista possível. E um dos desafios de fazer um filme de ação com personagens digitais é de como garantir que há espaço para os personagens.

 

Temos os “Stuffy” é um termo fantasiado para um animal empalhado que pode ser um animal de pelúcia que o pessoal do cenário constrói e tem a forma real, o peso certo e a quantidade de pêlos certa e tudo mais. Isso também ajuda o câmera a deixar espaço suficiente para que possa colocar os personagens digitais. É um filme com muitos efeitos gráficos pois tem que dar vida a esses fantoches.

No filme dimons parece perfeitos como se estivesse lá sem estar lá com todos os detalhes, como roupas movendo e eles reagindo ao peso da maneira correta. Se você observar foi criado uma animação com ação ao vivo onde há personagens que interagem com o elenco e isso é complicado de se animar. Mas você percebe que os atores se adaptaram bem, e logo se vê para onde o olhar deles aponta e onde seu corpo esta para acompanhar o outro personagem. È muito importante para este filme à ligação entre eles. Dimons são gente, de certo modo e a conexão é intima e emocional entre os atores e os seus dimons.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As vozes dos dimons são como de pessoas, não há nada gracioso no falar deles e eles não tem vozinhas estridentes nem nada assim, e por isso que se parecem tão reais. Além do mais se observarmos melhor as bocas dos dimons no momento em que estão falando, tem as expressões de pessoas falando.  

A equipe de animadores, iluminadores e artistas fazem uma coleção de referencias de animais para as performances no filme. Construíram os personagens e os fizeram andar garantindo que estavam fazendo exatamente o que os da vida real fariam. Depois disso passam para a animação que pega o personagem, trabalha com ele e começa a acrescentar as suas melhorias.

Quando um modelo é feito, conhecemos o personagem. E assim podem estilizar alguns movimentos e descobrir como este personagem é e o que este personagem gosta de fazer, se anda ereto, se puxa o rosto para o lado, se tem algum tique na bochecha. O que vemos são modelos totalmente virtuais, esculpidos pelos artistas, baseado em maquetes e às vezes em fotos.

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São muitos estudos de movimento que se fazem com todos os personagens para ter o bastante do que pegar do modelo realista. Depois da animação básica, tem que se dar o tratamento ao pêlo de cada personagem. Há uma equipe especial chamada animadores técnicos que olha cada pêlo como ele balança como reage ao vento e até como bate um no outro, tudo feito minuciosamente. O próximo passo que é o estagio final, a iluminação e a fotomontagem é onde a pessoa desenha o pêlo para fazer parecer que esta no ambiente certo, com as luzes, etc.

De todos os Dimons o macaco foi é o mais difícil de fazer, pois tem muitos pêlos longos, que balança e por ser um macaco está sempre se esticando e passando a mão pelo pêlo. Embora ele seja importante no filme não tem falas. Então sua atuação tem de ser transmitida pelo rosto. È por isso que é difícil de ser feito, pois é nas suas expressões faciais que o macaco vai transmitir aquilo que quer falar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O dimon Pan é a criatura mais adorável. Há uma cena no inicio, onde Lyra está olhando pelo projetor na sala de Descanso e Pan mostra a língua para ela no quadro, acho que é a cena do Pan mais linda, pois ele está brincando com Lyra e nesta cena em especial ele se parece muito com a personalidade da própria Lyra.

 

 

 

 

 

 

 

 

As empresas de efeitos especiais fizeram um trabalho incrível, pois os dimons ficaram muito vivos, vividos como deviam, ficaram semelhantes ao Livro. No sentido do realismo destes personagens, da semelhança e da absoluta certeza de que esta olhando para uma pessoa.

Chihiro é uma menina de dez anos que acredita que o universo inteiro deve se submeter a seus caprichos. Quando seus pais, Akio e Yuko, contam que precisam mudar de casa, ela fica muito aborrecida. Viaja agarrada ao buquê de flores de despedida. No final de uma estanha rua, que acreditavam fazer parte do caminho para a nova casa, a família se depara com um imenso prédio vermelho, no qual um túnel infinito boceja como uma boca gigantesca. Relutante, Chihiro acaba seguindo seus pais , que entram no prédio. O túnel leva a uma cidade fantasmagórica. Caminhando pela cidade, os pais de Chihiro encontram um banquete suntuoso. E então eles se deliciam no monte de comida, mas acabam se transformando em porcos. Elesnão sabiam que estavam vagando por um fantástico mundo habitado por deuses antigos e seres mágicos e governado pela bruxa Yubaba. Ela explica para Chihiro que todos os humanos que entram no mundo dos espíritos são transformados em animais antes de serem mortos e devorados. Todos os que escapam deste destino trágico são condenados à morte se provarem ser inúteis. Felizmente, Chihiro acha um Aliado. O enigmático garoto Haku, um aprendiz de feiticeiro. Para sobreviver neste mundo novo, estranho e perigoso, ela tem de se tornar útil e trabalhar na casa de banho da velha bruxa. Chihiro então renuncia sua preguiça, sua humanidade, sua razão, suas recordações e até mesmo seu nome, passando a ser chamada apenas de Sen , nome escolhido pela bruxa Yubaba. Porém Chihiro não desiste de tentar ajudar os pais para que eles não seja mortos e voltar ao mundo dos humanos, e para isso vai contar com ajuda de Haku, a bruxa Zeniba, do Kamaji , o Sem Rosto, entre outros. Com o desenrolar da história descobrimos que Chihiro e Haku já se conheciam, e que nestes novos acontecimentos eles se apaixonam um pelo outro, e no final desta história acabam ajudando um ao outro a sair deste mundo dos espíritos.

Podemos conhecer um pouco desses dois neste vídeo

 

Para mim a técnica e a perfeição de cada personagem neste filme são bastante elaboradas e pensadas. Para cada personagem ou movimento deles é tomado como base o mundo real. Por exemplo, na hora em que Chihirovai colocar o bolo de ervas na boca do Dragão “Haku” o personagem fictício, ela abre a boca dele com força tenta colocar pela lateral o bolo de ervas, se pensarmos bem isso é igual ao um cachorro quando esta doente você normalmente tenta abri a boca dele pela lateral e ele cerra os dentes e aparece a gengiva onde é revelado um monte de dentes afiados, igual as do personagem do Dragão. (Fig .01)

 

 

 

 

 

 

Assim como os gestos e movimentos dos personagens humanos foram copiados de pessoas conhecidas pelo diretor deste filme. (Fig. 02) 

 

 

 

 

 

O palco deste filme é a casa de banho de Yubaba. O barulho do grande volume de água caindo e correndo nas salas de banho, foram tiradas das próprias casas de banhos que tem no Japão. Além do barulho da cozinha e dos vapores, dos vidros batendo devido ao vento entre outros podem ser devidamente ouvidos, pois cada som foi gravado isoladamente e incorporado

ao filme. Assim como as trilhas sonoras desse filme. Há uma musica que segundo o Diretor deste filme foi feita exatamente para este filme : Sen to Chihiro no kamikakushi Original Music Video

Música da Canção – Tema –

Compositora e Intérprete desta canção é Yumi Kimura.

 

 

Tantas Lágrimas de Tristeza

Infinitas lágrimas rolaram

Mas sei que do outro lado

Encontrarei você

Toda vez que caímos no chão

Olhamos para o céu lá no alto

E acordamos para o seu azul

Como se fosse a primeira vez

Como o caminho é longo e solitário

E não enxergamos o fim

Posso abraçar a luz

Com meus dois braços

Quando digo adeus meu coração pára

Com ternura eu sinto

Que meu corpo silencioso

Passa a ouvir o que é verdadeiro

O milagre da vida

O milagre da morte

O vento, as cidades e as flores

Todos nós dançamos numa só unidade

Em algum lugar uma voz chama

Do fundo do meu coração

Continue sonhando seus sonhos

Não os deixe morrer

Por que falar de sua melancolia

Ou dos tristes pesares da vida

Deixe tais lábios cantarem

Uma linda canção para você

Não esqueceremos a voz sussurrante

Em cada lembrança ela ficará

Para sempre, para guiar você

Quando um espelho se quebra

Estilhaços se espalham pelo chão

Lampejos de uma vida nova

Refletem-se por toda a parte 

Janela de um recomeço

Quietude, nova luz da aurora

Deixe que meu corpo vazio e silente

Seja preenchido e nasça outra vez

Não é preciso procurar lá fora

Nem velejar através do mar

Porque brilha aqui dentro de mim

Está bem aqui dentro de mim

Encontrarei uma luz

Que está sempre comigo

A canção – tema com o filme tem coisas em comum – Porque a criança , a medida que vai crescendo , perde a memória e as lembranças, isso pode ser apresentado no verso “Preencher o corpo que está vazio … “. O diretor Miyazaki decide deixar a canção para o final e diz que o filme só pode ser concluído graças a essa canção.

A bela canção que fala de um corpo que renasce impressiona muito e esta canção serviu de inspiração para o diretor Miyazaki, pois enquanto trabalhava o diretor ouvia a canção por diversas vezes. (Segundo Miyazaki).

É por isso e muito mais que ganhou o Oscar de melhor longa-metragem de animação de 2003.

 

Felipe Kos
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