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Horton e o Mundo dos Quem! É o novo longa-metragem produzido pela Blue Sky Studios. Que também produziu os filmes da Era do Gelo. O estúdio investe em mais uma animação, inspirada na obra de Dr. Seuss, é uma belíssima animações em 3D dos mascotes de personagens animados, como os animais falantes.
O Horton do título é um simpático elefante que vive numa floresta ao lado de criaturas totalmente estranhas. Sua simpatia atrai a atenção de filhotes, que o seguem entre as árvores e lagos de seu habitat. Numa bela tarde, Horton ouve algo vindo de um grão sobre uma flor.

Algo que parece ser um grito de socorro. O curioso é que no grão existe um pequeno mundo, o mundo da Quemlândia, habitado pelos quems. As criaturinhas nem imaginam que existe algo maior do que elas e já comemoram cem anos de boas e interruptas notícias. Mas terremotos, nevascas em pleno verão e nuvens em forma de redemoinhos parecem alertar aos quems que algo está errado, mas somente o prefeito da cidade parece perceber isso. Quando a voz de Horton chega até ele, a ameaça e, talvez, o fim de Quemlândia faz com que essa dupla improvável se junte contra as adversidades para conseguir salvar os Quems.
 

 

 

 


Horton e o Mundo dos Quem! Traz uma história absurda, vivida por personagens mais absurdos ainda. O que é excelente para trabalhar a imaginação do público. Em termos de animação, Horton e o Mundo dos Quem! é um verdadeiro espetáculo, com muita técnica e criatividade na hora de recriar visualmente o mundo criado pelo Dr. Seuss. As texturas dos personagens são impressionantes; os olhos do urubu Vlad são assustadores, beirando os olhos humanos.


A parte técnica do filme é outra que me surpreendeu positivamente. É um filme que vale a pena assistir, pelas técnicas em animação e pelos simpáticos personagens. O visual do filme é rico, colorido, agradabilíssimo de acompanhar, e os personagens (sobretudo Horton, é claro) têm expressões lindíssimas. Horton e o Mundo dos Quem! É um grande filme. E há ainda a trilha sonora que às vezes consegue dar tons heróicos a acontecimentos comuns, como uma perseguição ao pobre Horton, que é literalmente o ser supremo que tem a missão de salvar a vida de todos os habitantes do mundo dos Quem.

Neste filme pude perceber o narrador off que começa a conta o início da história , como todo filme de cinema espetáculo, pois este enredo foi elaborado para um público de grande massa, com bastante caráter atrativo onde conta a história e no final mostra de relance a moral, por isso ele não parece ter um fim, como uma conclusão. Os efeitos especiais e visuais são mais importantes do que a narrativa e o enredo.

Trailer :

É uma exposição com peças originais do filme Star Wars. É a maior saga do cinema, a série de seis filmes traça um vasto painel dos temas que povoam a imaginação e o cotidiano do homem. Aqui estão a luta entre o bem e o mal, os avanços tecnológicos, a beleza e o conflito das relações humanas, as guerras pelo poder, a exploração de mundos desconhecidos, e a busca da felicidade. A própria realização da serie é um grande momento da historia da arte e do entretenimento. Os efeitos visuais criados especialmente para a saga revolucionaram a indústria cinematográfica. Seus personagens passaram a fazer parte do imaginário popular e vivem nos corações de milhões de espectadores. O universo de Star Wars incorpora elementos da cultura humana de todos os tempos e lança m olhar para o futuro. A exposição conta com um acervo de 200 peças, dentre elas naves espaciais e veículos em tamanho natural, maquetes, miniaturas, figurinos e vestimentas, bonecos e robôs etc.

 A exposição conta com protótipos originais que foram utilizados durante as gravações, assim como rascunho da criação da maioria dos personagens, vários textos informativos e um clima que agrada todos.Star Wars

No meio dàs mais de 200 peças da exposição Star Wars a que mais me chamou atenção foi o caça Jedi Starfighter utilizado por Annakin Skywalker no último filme da série, “A Vingança dos Sith”, foi construído em tamanho real sobre um mecanismo que reproduzia todos os movimentos da nave em ação. A nave, em tamanho real, é a primeira peça a ser vista na exposição, no Parque do Ibirapuera. Ela foi trazida diretamente do depósito da Lucasfilm na Califórnia, e montada sob a supervisão do técnico em efeitos especiais Lucas Hall.

 Naves em tamanho real temos também:

Podracer de Anakin Skywalker – Pilotado pelo jovem Anakin Skywalker na famosa cena da corrida de “A Ameaça Fantasma”.

Anakin Skywalker

Airspeeder de Anakin – Também pilotado por Anakin Skywalker, só que no filme “O Ataque dos Clones”, numa das primeiras cenas.

Imperial Speeder Bike – a moto voadora usada pelos soldados do Império em “O Retorno de Jedi”.

 Maquetes

Temos também as naves em maquetes como a Millennium Falcon , Imperial Star Destroyer , Planeta Utapau , a Imperial Walker e a Rebel X-Wing, são perfeitas as maquetes destas naves, pois podemos ver todos os detalhes dela, iguais aos dos filmes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Outros destaques

Sala Imperial – Dedicada ao vilão Darth Vader, a sala traz seu figurino e a mesa de operação da seqüência final de “A Vingança dos Sith”. Além de poder ouvir o inconfundível som de sua respiração ao entrar na sala.

 

 

Roupas da Amidala Padmen e de sua filha Leia – São lindas as roupas, bem diferentes e com bastante tecido.

 

Mestre Yoda – O pequeno e verde mestre Jedi aparece em projeções virtuais e desenhos originais.

 

 

 

 

 

 

Gostei de ver o Chewbacca em tamanho original (ele tem mais de 2 metros de altura), além dos inseparáveis droides C3PO e R2D2, segundo informações do local são os originais utilizados durante a gravação. As fotos não ficaram boas porque além do ambiente ser escuro, havia uma proteção de vidro, dificultando assim o uso de flash.

 

   

Palestra apresentada pelos professores Rachel Zuanon e Paulo Carvalho.
Nela a professora Rachel mostrou a interatividade nos processos de comunicação entre corpos biológicos e tecnológicos, o que me fez pensar em uma relação homem-máquina. Ela e sua equipe criaram um sistema que recebe e evolui um movimento pensado pelo usuário.
Tal palestra nos proporcionou idéias e motivação para produzirmos nossos sites experimentais interativos, e assim nós descobrimos os níveis de interatividade para aumentar esse aspecto no nosso site experimental.
Um fator bem interessante que foi apresentado na palestra foi que a Interatividade é a abertura para mais e mais comunicação, mais e mais trocas, mais e mais participação, isso nós fez pensar como poderíamos fazer com que o nosso usuário participasse e talvez até se comunicar com o nosso site, o que proporcionaria mais interatividade.

Nesse dia que estive presente no museu, eram apresentadas obras de Gilberto Freyre, o ambiente da exposição apresentava frutas bem brasileiras e pratos com toque nordestino.

A exposição vasculha o universo de Gilberto Freyre através de suas obras, vi microondas, geladeiras e um dispensa cheia de latas falando sobre a importância da culinária, alem de quadros de Freyre, óleos em tela e aquarelas,com diferentes temas, como auto-retratos, religiosidade, cenas familiares e de crianças, sua casa, engenhos. Além dos quadros, a exposição apresenta o primeiro desenho de Freyre, um frade feito a lápis quando o escritor tinha somente seis anos.
O interessante da exposição é o fato de apresentar materiais totalmente inéditos e objetos de pesquisa utilizada por Gilberto Freyre.

Bom, falar do premio Idea seria besteira, porque acho que todos sabem sobre essa premiação, mas vou dar uma pequena introdução, antes da minha opnião.
O premio IDEA é a mais importante premiação do design mundial, e que realiza sua primeira edição fora dos Estados Unidos. O premio aponta as tendências e a excelência deste segmento no mercado americano e mundial e tem como objetivo principal promover o design brasileiro por meio de uma série de ações.
O que eu achei muito interessante é a preocupação dos responsáveis pela premiação, de usar os critérios de benefícios ao usuário, onde eles contam com o conforto, segurança, facilidade de uso, qualidade de vida e até interface com o usuário, benefícios á sociedade, onde eles contam com a importância do produto, viabilidade econômica e facilidade de fabricação e até benefícios ao meio ambiente, onde eles contam com a duração de vida útil do produto, redução de resíduos, reciclagem e até sua toxicidade.
Eu tive a oportunidade de estar nesse evento, e dos produtos premiados me interessei muito por alguns…

Por exemplo, um sapato que com diversos acessórios pode se transformar em diversos modelos de sapatos, sem salto para conforto e com modelos de uso ocasional ou para algum evento, o que me chamou atenção foi que a pessoa que inventou o sapato, estava com o mesmo no dia da premiação, o que mostra que o sapato pode ser utilizado em eventos mais sofisticado.

Outro produto que eu gostei muito foi uma cadeira de rodas, que sobe até escada, facilitando a vida dos portadores de deficiências, o que mais me chamou atenção foi o fato de mostrar o “esqueleto” da cadeira, e assim podemos perceber que a mesma proporciona uma ótima postura para a coluna, assim como diz a inventora da cadeira de rodas, e legal desse trabalho é que foi realizado por estudantes, apesar de ter ganho o premio bronze.

Bom, eu aprecie diversos trabalhos, afinal para ser premiado pelo IDEA BRASIL, o produto tem que ao menos muito interessante.

Fui a essa exposição dia 31 de maio de 2008, no Centro Universitário Maria Antonia, mais conhecido como CUMA.

Essa exposição é uma exposição muito interessante, mostra um trabalho de Geraldo de Barros muito conhecido e talvez um dos mais famosos, Fotoformas.

Achei esse trabalho muito interessante pela criatividade de Geraldo de Barros, pois ele utilizava a sobreposição de imagens e pelo que eu pude perceber ele utiliza a luz e a sombra, talvez uma mistura de gravuras com pinturas.

O que poder ser percebido também é que o artista trabalhava com diferentes propósitos simultaneamente, mas que por alguns aspectos talvez pode ser percebido, por expemplo de um lado vi uma  busca por uma criatividade “pura” e espontânea, do outro lado vi uma confiança na máquina como instrumento de um processo criativo, assim foi  possível imaginar o domínio técnico necessário na elaboração de geometrias por meio da sobreposição de chapas num mesmo negativo, assim como fazia.

O legal da exposição é a relação da arte concreta com a pintura abstracionista.

Outra parte da exposição que eu aprecie muito foi a Fotografia de Rua de Tuca Vieira, onde ele faz observações sobre centros urbanos e assim registra momentos do cotidiano, o mais interessante é que pelo que percebi, ela busca uma cidade imaginária, no sentido que cada habitante tem o seu lado imaginário, e é despertado de formas diferentes, o que faz com que a exposição de Tucá Vieira, tenha um lado misterioso, talvez isso se dá por causa das suas fotos preto-e-branco.Tucá Vieira utiliza uma  linguagem bastante pessoal e de alta qualidade técnica.

Toda a exposição de Tucá me deu a impressão do instantâneo de um olhar formal que define o momento irrepetível de seus conteúdos, o enquadramento e a emoção da suas fotografias tornam o nosso real menos mesquinho.

 

 

  Eu não tinha assistido o filme, quando li o livro, mas depois que assisti o filme continuo preferindo o livro, pois o livro em si já é maravilhoso, me emocionei muito aliais  é impossível não se envolver no enredo, não ficar com pena de Hassan, com raiva de Amir ou não torcer ele para que encontre seu sobrinho.O que achei mais interessante no livro é o fato do mesmo despertar essas sensações, e senti essas sensações não apenas na primeira vez que li, mas em todas as vezes que li, e isso é muito importante, pois mostra que é uma história que realmente emociona.  A maior lição que tirei do livro foi que um só momento, uma só atitude, um só deslize pode mudar totalmente a trajetória de nossas vidas, e que sempre há tempo, se não para mudar a história, mas sim para nós mudarmos.

Assisti ao filme e não gostei, prefiro lembrar de Amir, de Hassan, de Ali, de Sorab, de Baba e de todos do jeito que eu os imaginei na minha leitura. O livro trouxe bem mais sentimentos e sensações que o filme.

Uma grande critica que eu faço ao filme, e justamente isso, talvez na adaptação do livro para o filme algumas partes pequenas e importantes deixaram a desejar, resumiram depois o livro para realizar o filme e isso fez com que a história distorce-se demais. 

Mas tem o outro lado, para quem ainda não leu o livro, o filme conta uma história maravilhosa, fascinante, o mais interessante e que assim como o livro prende a atenção das pessoas, isso mostra que o filme é realmente impactante.

Uma cena do filme que quero destacar é a cena do abuso sexual, foi uma cena com efeitos tão real, que chegou até a causar “raiva e fúria” na população.

Outra cena bem polêmica foi quando Hassan (vivido por Ahmad Khan Mahmoodzada, hoje com 13 anos) é violentado numa viela por um fortão da área. As conseqüências deste ato geram toda a tônica da produção.

Esse filme é de uma produção extraordinária, pelo menos em minha opinião.

O interessante também é que o filme aborda desde o abuso sexual infantil a atrocidades de guerra, passando pelo sistema ultraortodoxo islâmico do Talebã, talvez isso aconteça por ser um filme destinado a adultos, mas o mais importante pelo menos para mim é o fato da  discussão sobre amizade e a profundidade da trama, digna de palmas numa época em que a carência de boas histórias é suprida com efeitos especiais em profusão.

Enfim, eu sou suspeita para falar do filme, embora acho que a cena do estupro causa um grande mal-estar, mas é essencial para a construção do todo.